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Título: Cinderela Compulsiva
Autora: mycute_benji
Shipper: Gerard / Frank
Fandom: My Chemical Romance
Censura: NC-17
Gênero: Slash
Terminada: Sim
Capítulos: 1
Beta-reader: Autora
Disclaimer: eles não são meus, porra. ¬¬
alguém avisa o Frank?
Teaser: "Frank é minha Cinderela compulsiva... por sexo."

Frank com seu jeans azul apertado e surrado, cinto rosa, blusa azul-bebê justa e franja caindo sobre o olho, lábios rosados e piercing.
    
Frank é minha Cinderela compulsiva... por sexo.
    
Estávamos no meio de uma sessão de fotos. E o veado me olhando, me secando e me atiçando.
    
Pausa na sessão.
    — Que cheiro é esse? — perguntei.
    — Framboesa — Frank respondeu, aproximando-se de mim, sua boca a apenas alguns centímetros do meu rosto.
    
Eu já sabia que era framboesa, mas ele dizendo foi a confirmação do meu desejo.
    
Ele segurou meu rosto com suas mãos, ficou nas pontas dos pés e me torturou levando seus lábios com gloss para perto e para longe do meu nariz.
    
Lentamente plantou um beijinho no canto de minha boca e pôs os pés no chão, deslizando as mãos pelos meus braços. Ele passou a língua nos lábios com cara de inocente, querendo me provocar, e segurou minhas mãos nas suas.
    
Inclinei-me para beijá-lo, mas ele desviou e trouxe seus lábios para perto de meu ouvido, sua respiração quente em meu pescoço. Nada, ele não disse nada, apenas gemeu baixinho sem se importar com as pessoas ao nosso redor. Olhei para o chão, lambendo meus lábios. Ele sabia exatamente o que fazer pra me deixar duro.
    
Agarrei sua mão e puxei-o para longe, em direção ao camarim. Porta trancada. Que ótimo!
    
Frank me empurrou contra a parede e me beijou, minhas mãos apertando seu traseiro e puxando-o para mim. Ele sorriu esfregando sua ereção na minha.
    — Seu puto — eu disse, soltando um gemido.
    
Ele pegou minha mão e me puxou, fomos parar num banheiro pequeno. Frank trancou a porta assim que entrei, e atacou minha boca. Escorregou lentamente para o chão, deslizando suas mãos pelas minhas laterais, sem tirar seus olhos dos meus. Ajoelhado, começou a abrir meu cinto, ainda me fitando, depois abriu o zíper e desceu a calça até meus joellhos.
    
Roçou o nariz e os lábios em minha ereção, provocando.
    — Frankie...
    
Ele olhou para cima, encontrando meus olhos, e sorriu passando a língua no tecido, mandando seu hálito quente para meu membro ainda coberto.
    
Vagarosamente ele abaixou minha roupa de baixo, envolveu meu pênis com sua mão e lambeu a cabeça, fazendo círculos.
    
Eu sabia que o Frank iria me provocar até o fim...
    
Depois do que pareceu uma eternidade, ele finalmente colocou sua boca no meu membro e começou a chupá-lo, e eu comecei a gemer, passando meus dedos pelos seus fios de cabelo.
    
Frank parou, eu murmurei em frustração, abrindo meus olhos e fitando-o, minha respiração difícil.
    
Antes que eu reclamasse, ele passou a língua na cabeça de meu pênis, descendo até a base e subindo novamente, fechando sua boca ao redor da cabeça e apertando a base com a mão.
    — Frankie...
    
Joguei minha cabeça para trás em êxtase, um sorriso voltando aos meus lábios. Vez ou outra eu mordia o lábio inferior, sentindo cada vez mais aquele calor descendo da boca do estômago.
    — Frankie... eu tô quase...
    
Rapidamente Frank retirou a boca do meu membro, limpando sua própria com a costa da mão enquanto se levantava.
    
Ele abriu seu cinto e desabotoou a calça, puxando-me para um beijo, no qual eu pude sentir o gosto de mim mesmo.
    
Frank levou sua mão novamente ao meu pênis, logo fazendo eu derramar um pouco de sêmen, que ele espalhou pelo meu membro.
    — Como você quer? — perguntou.
    
Eu apenas o virei de costas para mim, ele apoiou as mãos na pia, daquelas que tem gaveta e espelho, e esperou.
    
Abaixei sua calça, levando sua cueca junto, e passei a mão em meu cabelo, jogando-o para trás. Ele inclinou o traseiro para mim.
    — Vai logo, Gerard — falou impaciente.
    
Eu sorri, colocando minhas mãos em seu quadril, penetrando-o lentamente.
    — Oh, Frankie... — gemi quando me senti inteiro dentro dele.
    
Esperei alguns segundos e comecei a me movimentar nele, quase tirando, e entrando em Frank, cada vez mais rápido.
  
 E ele gemia como uma garota pra mim, me deixando mais louco e com mais vontade de lhe fazer gritar.
 Acho que muita gente ouviu...
   
 Alguns minutos depois, eu senti que estava muito perto.
    — Frankie...
    — Mais... um... pouco!
   
 Com mais algumas penetrações, terminei dentro dele, enfiando bem fundo e meu corpo amoleceu.
    — Acho que demos um show pra eles... — disse Frank ofegando e sorrindo em seguida.
    — Eu acho que sim... meu puto.

FIM
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